– Tenho um problema: trabalhei na empresa do meu irmão e seus sócios por cerca de 15 anos (1994-2011). Aproximadamente 4-5 anos depois de começar a trabalhar, meu irmão e um sócio me deram de presente cerca de 3% das ações da empresa – sem que eu tivesse pedido nada. Eu já trabalhava como se fosse meu próprio negócio, e continuamos assim, trabalhando dia e noite como se fosse nosso próprio negócio. Mais tarde, descobri que meu irmão foi o único a dar esse presente, seu sócio não quis. Agradecemos.
– Quando chegou a hora, os sócios se separaram. Minha parte ficou na parte que o sócio do meu irmão comprou.
– Aproximadamente dois anos depois, os negócios do meu irmão pioraram e fomos obrigados a ajudá-lo. Dei minha parte a ele para que pudesse me ajudar, e ele a vendeu para seu sócio. Enquanto isso, ele disse que, por eu ter ajudado, me tornaria sócio na empresa que estava construindo (uma empresa de construção e venda de imóveis). Ele até mesmo incluiu nosso irmão mais velho, e estávamos para concluir o negócio como três sócios.
– Íamos dividir os lucros em três. Meu irmão mais velho vendeu sua casa e seu carro e investiu o dinheiro no negócio. Mas depois de um tempo, ele desistiu da parceria com meu irmão que estava construindo. Ele disse que nos devolveria o que tínhamos investido. Eu também conversei com o sócio e perguntei o valor atual da minha participação (passaram 1 ano e meio desde a venda da participação). Mas meu irmão disse que esse valor era muito alto e que só poderia me dar metade. Agora, minha pergunta é:
– Minha irmã tem o direito de recuperar este presente que me deu? – Passaram-se cerca de 10 anos – e eu nem sequer reclamei uma compensação (pensei que seria vergonhoso pedir algo assim depois de ela me ter dado tal presente). Ela também não mencionou nada sobre isso.
– Este bem é meu ou minha irmã tem direito de resgate? (Se tivéssemos dividido em 3 partes iguais, cada um receberia aproximadamente 650.000 TL. Mas agora ela vai me dar 150.000 TL.) 08.02.2016
Caro irmão,
Doação (presente)
Se for entregue, a propriedade passa para a outra parte. No seu caso, a entrega poderia ter sido feita por meio de um contrato escrito, o que não aconteceu. Se houvesse um contrato escrito, suas cláusulas seriam vinculativas. Não há tal contrato, seu irmão prometeu e depois não cumpriu sua promessa.
Isso é moralmente reprovável, mas não tem consequências legais.
Recebe o que te deram e pronto, acabou.
Com saudações e bênçãos…
O Islamismo em Perguntas e Respostas