A transdução pode variar dependendo da estrutura genética do vírus que a introduz?

Detalhes da Pergunta


– A transdução é a transferência de alguns genes de uma bactéria para outra por meio de vírus.

– O vírus, na maioria das vezes, interrompe o programa de síntese da célula que infecta, ligando seu material genético a ela e permitindo a síntese das moléculas que formarão o vírus. Os novos vírus que surgem invadem outras células e continuam a se replicar.

– O biólogo americano Joshua Lederberg recebeu o Prêmio Nobel em 1952 por um estudo que realizou. O resumo do estudo era o seguinte:

– Ao se deslocarem de uma célula para outra, os vírus podiam levar consigo parte do material genético (fragmentos de DNA) da célula onde estavam e se reproduziam. Em 1970, G. Anderson, com base nesses estudos, propôs que a transmissão de experiências hereditárias (!) entre as espécies vivas do mundo, por meio de vírus, seria um mecanismo eficaz na evolução. O significado disso, segundo ele, era o seguinte:

– Uma alteração hereditária em um organismo poderia ser copiada por outros organismos dessa maneira. Porque, segundo os evolucionistas, uma célula atacada por um vírus teria a oportunidade de experimentar se o fragmento de DNA trazido pelo vírus seria benéfico para ela (!). E essa alteração hereditária, de alguma forma, ficaria à disposição de todos os outros organismos.

– Que resposta podemos dar àqueles que pensam assim? Como podemos explicar que os vírus não são um mecanismo eficaz na evolução?

Resposta

Caro irmão,

A estrutura genética que os vírus carregam, seja ela inteiramente própria ou de outro organismo, é a que determina a célula que eles invadem como novo hospedeiro.

Como essa estrutura genética não é própria, haverá uma resistência imediata, e o mecanismo de defesa entrará em ação.


Os evolucionistas,

Eles propuseram na década de 1950 que essa estrutura genética poderia ser aceita por algumas células, e que suas próprias estruturas genéticas poderiam mudar de acordo com a estrutura genética trazida pelo vírus, mas houve algum desenvolvimento que confirmasse essa afirmação até hoje?


Não.


Então, o que você vai responder a uma alegação que não foi comprovada desde 1950?

Primeiro, quem faz a alegação tem o dever de prová-la.

“Pode ser”

Se, por 70 anos, ficou comprovado que falar não muda nada, não vale a pena levar tais pensamentos a sério…


Com saudações e bênçãos…

O Islamismo em Perguntas e Respostas

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